Botswana (aguentem-se que agora ando assim)
Ao Segundo capítulo já estou a perguntar, mas isto é verdade ou ficção? A minha ignorância (para lá das ex-colónias e de outros países africanos que, por uma razão ou outra, ‘conheci’ em textos, estatísticas e afins) é imensa. Sobre o Botswana, zero: uma pessoa sabe a sua geografia (mais ou menos, mais ou menos) e pouco mais. O que sabe é que o continente é uma panela sempre a ferver (e a explodir) numa sopa de guerras, conflitos, pobreza extrema, corrupção enorme, Mercedes topo de gama a passarem ao lado de gente a morrer de fome, ajuda externa que não chega exactamente ao destinatário, boas intenções internacionais e o inferno que aquilo é sempre cheio. Um continente tribal artificialmente dividido e/ou junto em mapas desenhados em papéis pertencentes aos europeus: aquilo é meu, aquilo é teu, azar se os indígenas não se entendem, damos cabo deles se se portarem mal e está o caso arrumado.
Depois, um dia, o colonizador foi-se embora e, na independência dos países africanos, foi (e é) o que se viu (vê).
Então, porque diabo o Botswana escapa parcialmente a este destino (o da guerra, não o da pobreza)?
1. Os três grupos coexistem harmoniosamente.
In the 19th century, hostilities broke out between the Batswana and Boer settlers from the Transvaal. After appeals by the Batswana for assistance, the British Government in 1885 put “Bechuanaland” under its protection. The northern territory remained under direct administration and is today’s Botswana, while the southern territory became part of the Cape Colony and is now part of the northwest province of South Africa; the majority of Setswana-speaking people today live in South Africa.
Despite South African pressure, inhabitants of the Bechuanaland Protectorate, Basuotoland (now Lesotho), and Swaziland in 1909 asked for and received British assurances that they would not be included in the proposed Union of South Africa. An expansion of British central authority and the evolution of tribal government resulted in the 1920 establishment of two advisory councils representing Africans and Europeans. Proclamations in 1934 regularized tribal rule and powers. A European-African advisory council was formed in 1951, and the 1961 constitution established a consultative legislative council.”
2. Não sei porque carga de água acho isto e, se calhar, até estou mais do que errada: mas dá-me sempre ideia que os ingleses, comparativamente a outras nações, tiveram mais jeitinho para a descolonização.
(à suivre, que me deu uma coisa sobre este país)
- Que site maravilhoso!
- Eu sei
O nosso melhor exemplo de descolonização é Portugal. O Brasil mostrou ter jeitinho para a coisa :-)))
Descolonização do Brasil ou colonização pelo Brasil? 😉
I wanna go to africa
to the black jah rastaman …
Por acaso gostava de lá voltar, jpt. E isso que é, uma letra de música?
African reggae
Nina Hagen
fins dos 70s
Ah! Essa mulher era divinal. Quando eu era mais novita gostava que imaginar que berrava como ela.
… to the black culture …